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Por que mapear a produção
jornalística laboratorial?

Este projeto nasce de uma dupla contatação.


A primeira, e mais imediata, tem a ver com o fato de pouco, ou quase nada, sabermos sobre o estado da arte da produção jornalísticas laboratorial brasileira.


Sabemos, é bem verdade, que são muitas as universidades que trabalham, em suas grades de formação, com jornalismo; nelas, com jornais-laboratório, mas não há nenhum registro sistematizado sobre quantos são, como são, em que contexto são produzidos, a quem se dirigem, e por aí em diante.


A segunda constatação é que, infelizmente, e salvo os esforços seminais de professores-pesquisadores como Dirceu Fernandes Lopes (ECA/USP), ainda na década de 80, e, duas décadas mais tarde, Demétrio de Azeredo Soster (UFS) e Mirna Tonus (UFU), pouco, ou quase nada, tem-se refletivo em torno da produção laboratorial em jornalismo.


Ainda assim; não obstante estas necessidades e ausências tantas, a produção laboratorial mostra-se cada vez mais necessária à formação dos futuros jornalistas, seja por antecipar o que encontrarão, em breve, quando do exercício de suas profissões, seja por lhes permitir, na instância formação, aprender por meio da prática acadêmica, qualificando, assim, suas formações.


Então é importante ter uma noção o mais clara possível sobre quantos somos, os que trabalham com jornalismo-laboratório, como somos e o que estamos realizando nesse sentido.


Por fim, é importante dizer, e considerando apenas estas relevâncias, que esta cartografia não se encerra aqui. 

A ideia é que siga em seu processo de atualização, seja incorporando novas práticas, seja qualificando as já cartografadas. 


Sobretudo, permitindo que, por meio dela, o conhecimento em torno da prática jornalística-laboratorial não apenas se qualifique como se aprimore e amplie.


E que se aprenda mais e melhor com ela.

REFERÊNCIAS

LOPES, Dirceu. Jornal-laboratório: do exercício escolar ao compromisso com o público leitor. São Paulo: Summus, 1989. 

LOPES, Dirceu. Para uma pedagogia do jornal-laboratório. Cadernos Posgrad - Comunicação no 1 - Cadernos de Pós-graduação da Universidade Católica de Santos. Santos: Leopoldianum, 2001. 

SOSTER, Demétrio de Azeredo; TONUS, Mirna. Jornalismo-laboratório: práticas digitais. Disponível em: [https://www.editoracatarse.com.br /jornalismo-laboratorio-praticas-digitais/] Acesso em: [21 de setembro de 2022] 

SOSTER, Demétrio de Azeredo; TONUS, Mirna. Jornalismo-laboratório: televisão. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2015. 

SOSTER, Demétrio de Azeredo; TONUS, Mirna. Jornalismo-laboratório: rádio. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2014. 

SOSTER, Demétrio de Azeredo; TONUS, Mirna. Jornalismo-laboratório: impressos. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2013.

Logo da Cartografia da Produção Jornalística

Conheça o maior levantamento dos dispositivos jornalísticos laboratoriais desenvolvidos regularmente nos Cursos de Comunicação de todo o Brasil, por região. São eles: jornais-laboratório, revistas-laboratório, jornais-murais laboratório, sites, programas de rádio e televisão de caráter laboratorial que visem, ao fim, instrumentalizar os estudantes de graduação para o futuro exercício de sua profissão. Ao final de nosso projeto, pretendemos ter o mapa atualizado do estado da arte da produção laboratorial em jornalismo no País.

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